Comprando um computador

 

Tecnologia: A arte de tornar seu computador obsoleto no dia seguinte à compra

 

 

Formula 1 fail

 

O GP do Canadá de Fórmula 1 esse ano foi bem atípico e emocionante na pista, mas fora dela, a atuação de fiscais e cinegrafistas foi um caso à parte.

Primeiro, no treino livre da sexta, após a batida do Vettel, acontece isso

 

 

Já no domingo, enquanto a corrida estava paralisada devido à forte chuva que caiu em Montreal, esse cinegrafista se empolgou um pouco com a presença da cantora Rihanna

 

 

E depois da relargada, durante uma das entradas so Safety car, motivada pela batida de Nick Heidfeld, o fiscal apronta essa:

 

 

Queria saber o que andaram colocando na água do pessoal que trabalhou nessa corrida.

(Assista antes que tirem do ar)

 

 

 

Charge – Eu quero é “pedra”!

Uma pequena charada

 

 

 

Redes Sociais

 

 

 

Porque no final das contas, redes sociais são todas uma puta zona mesmo

 

 

 

Ilustração Insana

 

Fala pessoas!!! Andei sumido uns dias por alguns compromissos profissionais, mas estou de volta e já postando uma ilustração que fiz sob encomenda.

 

 

 

 

 

Ei, eu também sei fazer! (2)

 

Olha que bacana o desenho que o @JackdaCleo fez do Bob Biker!

Curti MUITO mesmo! Muito obrigado cara!

 

E vocês, curtiram também? Aproveitem e visitem o blog dele www.cleoejack.blogspot.com . Vale muito a pena o click!

Ah, e aguardo mais desenhos, estou adorando a brincadeira!

 

 

Sobre memes, preguiça e Zorra Total

Hoje rolou um papo bem interessante no Twitter sobre os memes e o que eu acho deles (ou mais precisamente do uso em tirinhas dos chamados “Rage” memes e suas variações)

Não vou dissertar aqui sobre o que são memes, pois tá cheio de blog e wikiqualquercoisas da vida aí e basta uma ligeira “Googada” para encontrar boas explicações sobre o assunto. Vou focar sobre os memes que são comumente usados em tirinhas e quadrinhos, como o Rage (também conhecido como FFFFUUUUU), o forever alone, o Fuck yeah e todas as variações do mesmo tema.

Costumo criticar bastante essa onda de historinhas com essas figuras, não exatamente por não gostar, ou por ser um chato mal-humorado e não entender “as tendências” da internet. Não é bem por aí e o buraco é bem mais embaixo.

Eu até acho algumas montagens bem engraçadas, e alguns memes mesmo por si só me fazem rir. E até eu já me rendi a utilizar uma ou duas vezes. O que me incomoda bastante é o exagero e a insistência do seu uso. Tá certo que se não se espalhassem como pragas, não poderiam ter esse nome, pois a essência do termo é justamente essa propagação incontrolável e inexplicável. E o problema todo está nesse paradoxo.

Só que isso cansa. E eu acho que me canso antes que a maior parte das pessoas. E sua utilização vira um clichê quase tão insuportável quanto os bordões do Zorra total. Tudo que se torna piada fácil acaba perdendo a eventual graça que talvez tivesse no início.

Mas o pior de tudo é a potencialização da preguiça de colocar a cabeça pra funcionar ou desenvolver o próprio talento. Tem gente extremamente criativa fazendo tirinhas com memes, desperdiçando idéias fantásticas num modelo de humor já batido.

Nessa parte do texto vai ter gente pensando: “Ah, esse cara tá desabafando porque gostaria de ter as idéias que os caras tiveram e queria estar bombando na internet como as tirinhas de memes…”. Se você pensou assim, sugiro voltar e tentar reler o texto pra encontrar outra interpretação.

Lógico que tem idéias ótimas e que eu gostaria de ter pensado antes, eu mesmo falei aí em cima sobre gente talentosa na área. E é lógico que tem algumas que são realmente engraçadas ( a da paródia da música Bohemian Rhapsody do Queen mesmo eu achei genial), mas essas seguem um roteiro bem original, e muitos até redesenham o meme pra ter uma personalidade mais próxima à do autor. Sem contar que o uso vez ou outra é uma coisa, bem diferente de ficar martelando a mesma tecla diariamente.

Mas em qualquer lugar existem ideias que eu gostaria de ter tido. Uma delas é o clipe de papel, que é uma puta invenção genial e simples, que eu queria muito ter sido o inventor. Bem como muitos cartunistas feras que eu fico embasbacado pensando: – Caramba, como esse cara conseguiu pensar numa coisa tão bacana assim?

Mas eu gostaria de ver mais pessoas que estão desenvolvendo esse tipo de trabalho, tentando começar a produzir material completamente autoral. Queria ver a galerinha nova treinando desenho, criando personagens, bolando histórias realmente inéditas, ao invés de ficar batendo na mesma tecla e partindo pro caminho mais fácil.

Claro que é mais fácil já pegar um desenho pronto, colar ali e só formatar a idéia, mas quem disse que o mais fácil é o melhor caminho? O mais fácil é mais rápido, mas também é o menos durável, e o de reconhecimento mais volátil.

E o prazer em sentir o aprimoramento do traço, o processo de criação, a descoberta de novos materiais só vai ser sentido por quem tenta dar sempre passos à frente. E quem se prende à ideias pre-fabricadas fica estacionado, perde tempo e fica vulnerável a ser engolido pela próxima modinha do momento. E viver de acompanhar modinhas, além de não estar com nada, é tarefa complicada, pois elas são muito rápidas, tanto pra se espalhar, quanto pra sumir.

 

 

Um exemplo de uso genial e bem feito de memes, justamente por usar uma idéia original e extremamente bem pensada é essa paródia da música Bohemian Rhapsody, que eu catei no ololco.com

 

 

 

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Perder alguém

 

 

É sempre complicado perder alguém que a gente ama. Pode ser um relacionamento que acaba, um parente que se vai, uma amizade afastada por uma mudança. Não importa o motivo, a sensação é sempre muito parecida.

Uma pequena homenagem à minha vózinha querida que se foi há um ano, e à todos que por algum motivo não estão mais comigo aqui neste planeta.

 

 

Ei, eu também sei fazer!

 

Hoje recebi esse desenho abaixo, e resolvi abrir um espaço fixo aqui no blog pra divulgar as homenagens que receber dos leitores. Espero que seja uma seção bem movimentada, pois acho muito bacana isso!

 

Começando com a deliciosa versão desenhada pelo Daniel Belarmino, o @belarba

 

E você, participe também! Envie seu desenho, foto, montagem, recorte, escultura ou qualquer arte de sua autoria relacionada ao conteúdo do site para o e-mail igorotoni@bobbiker.com ou pro twitter @igorotoni, com o título “Ei, eu também sei fazer!”, que publico aqui.

Vou ficar aguardando ansioso novas participações!

 

 

Sono, colabora comigo!

Porque Segundona é foda!